Calor e custo do milho pressionam preços

por metropolitano
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O preço dos ovos no Brasil atingiu seu maior patamar em 22 meses, impulsionado por uma combinação de calor intenso e aumento nos custos do milho, principal componente da ração das galinhas. As altas temperaturas afetam a produtividade das aves, enquanto a valorização do milho encarece a produção.

Em 2020, uma onda de calor no interior de São Paulo resultou na morte de milhares de galinhas poedeiras, elevando o preço dos ovos em cerca de 10% nas granjas locais. Esse cenário destaca a vulnerabilidade da avicultura às variações climáticas.

Além disso, a alta nos preços do milho e da soja, principais ingredientes da ração, tem pressionado os custos de produção. Em 2020, o milho registrou um aumento de 49% em relação a 2019, enquanto o farelo de soja subiu 54% no mesmo período.

Especialistas apontam que, sem uma redução nos preços do milho, é improvável que o valor dos ovos diminua. Produtores precisam equilibrar os custos elevados para evitar prejuízos, o que mantém os preços ao consumidor em alta.

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