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Por outro lado, região apresenta saldo negativo de US$ 901,6 milhões em sua balança comercial, no período de janeiro a julho de 2022

Exportações na região de Sorocaba crescem 59,5%

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As exportações da região de Sorocaba registraram US$ 1,82 bilhão de janeiro a julho de 2022, período em que houve um aumento de 59,5% na comparação interanual. As importações somaram US$ 2,72 bilhões, o que significa crescimento de 34,4% frente ao mesmo período do ano passado.

Os dados são da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), entidades que divulgaram relatório sobre a balança comercial. Os principais produtos exportados foram veículos automóveis, tratores (39,1%), máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (17,5%) e alumínio (6,3%).

Por outro lado, as importações da região concentraram-se em máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (24,1%), produtos químicos orgânicos (20,8%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (15,2%).

No período analisado, os destinos mais importantes das exportações de Sorocaba foram Argentina (31,4%), Estados Unidos (10,3%) e Chile (6,3%). Por sua vez, as compras da regional tiveram como principais origens China (27,8%), Japão (13,4%) e Índia (8,8%).

Apesar do resultado percentual das exportações ser maior que o das importações, a região apresentou saldo negativo de US$ 901,6 milhões em sua balança comercial, no período de janeiro a julho de 2022. Esse valor é cerca de 2% maior que os US$ 883,8 milhões registrados em igual período do ano passado.

Política para o setor industrial

O presidente do Ciesp, Rafael Cervone, salienta que os números alertam para a necessidade urgente de o Brasil ter uma política eficaz para o setor industrial e adotar medidas para ampliar a competitividade da economia nacional.

“O parque fabril é decisivo para ampliarmos as divisas advindas das vendas internacionais, pois seus produtos agregam significativo valor à pauta de exportações. É necessária uma política industrial baseada em P&D e que inclua linhas especiais de crédito, incentivos à produção e regime tributário incentivador aos investimentos voltados à inovação”, destaca.

Segundo Cervone, também são fundamentais as reformas estruturantes, principalmente a tributária e a administrativa, para melhorar a estrutura do setor público, racionalizar os impostos e proporcionar melhor ambiente de negócios.

Para o diretor titular do Ciesp Sorocaba, Erly Domingues de Syllos, as novas tecnologias e tendências, como a inteligência artificial, internet das coisas, impressão 3D e robotização, são fundamentais para o desenvolvimento da indústria e o aumento da competitividade.

“Estamos trabalhando muito nessa área e há um grande esforço no sentido de promover a digitalização de 40 mil micro, pequenas e médias indústrias do Estado de São Paulo nos próximos dois anos e meio. Trata-se da Jornada de Transformação Digital, promovida pela Fiesp e pelo Ciesp”, adianta.

Foto: Divulgação

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